de Margaret George
Geração Editorial – romance histórico biográfico
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Nefertiti
– Duas irmãs em conflito no coração da terra dos faraós –
de Michelle Moran
Editora Suma de Letras Brasil
416 páginas
Muitas lendas já se formaram em torno da figura histórica de Nefertiti, rainha do Egito no reinado do faraó Amenófis. Teria sido madrasta de Tutankhamon. Teria governado o Egito ao lado do marido ou até mesmo sozinha por alguns anos, após a morte dele. Teria caído em desgraça e desaparecido ou morrido subitamente por uma praga. O famoso busto exposto no Altes Museum, em Berlim, é a mais confiável evidência de sua beleza e imponência, simbolizadas pelo pescoço alto de que se orgulhava. Em Nefertiti, a autora parte dos fatos já estabelecidos pelos pesquisadores e arqueólogos e ousa imaginar o resto: a vida dentro do palácio e a exata extensão da influência de Nefertiti sobre Amenófis e sobre a política egípcia; a relação com a irmã Mutnodjmet, personagem que aparece nos registros históricos sempre à sombra da bela rainha; e os dramas humanos que geraram os fatos que hoje chamamos de História.
Muitas lendas já se formaram em torno da figura histórica de Nefertiti, rainha do Egito no reinado do faraó Amenófis. Teria sido madrasta de Tutankhamon. Teria governado o Egito ao lado do marido ou até mesmo sozinha por alguns anos, após a morte dele. Teria caído em desgraça e desaparecido ou morrido subitamente por uma praga. O famoso busto exposto no Altes Museum, em Berlim, é a mais confiável evidência de sua beleza e imponência, simbolizadas pelo pescoço alto de que se orgulhava. Em Nefertiti, a autora parte dos fatos já estabelecidos pelos pesquisadores e arqueólogos e ousa imaginar o resto: a vida dentro do palácio e a exata extensão da influência de Nefertiti sobre Amenófis e sobre a política egípcia; a relação com a irmã Mutnodjmet, personagem que aparece nos registros históricos sempre à sombra da bela rainha; e os dramas humanos que geraram os fatos que hoje chamamos de História.
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domingo, 11 de outubro de 2009
O Egípcio
de Mika Waltari
Editora Itatiaia – romance
Reconstituição total de uma era esplêndida da história do mundo: o Egito, um milênio antes da era cristã. Um médico do Faraó nos conta a sua história, a que estão entrelaçados os grandes do reino. Intrigas, mortes, guerras, paixões, amor, lutas religiosas, um mundo inteiro revivido genialmente.
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sexta-feira, 12 de junho de 2009
História Ilustrada do Antigo Egito
de Paul Johnson

"A essência do estilo egípcio pode ser definida em duas palavras: majestosidade e autoconfiança. Os egípcios talvez tenham sido o povo mais autoconfiante que o mundo conheceu. Eles não se viam como um povo escolhido; eram, pura e simplesmente um povo". Neste livro o autor analisa a fundo o desenvolvimento e o declínio de uma cultura que sobreviveu três mil anos, mantendo, durante todo esse período, uma notável pureza de estilo.
Editora Ediouro
404 páginas

"A essência do estilo egípcio pode ser definida em duas palavras: majestosidade e autoconfiança. Os egípcios talvez tenham sido o povo mais autoconfiante que o mundo conheceu. Eles não se viam como um povo escolhido; eram, pura e simplesmente um povo". Neste livro o autor analisa a fundo o desenvolvimento e o declínio de uma cultura que sobreviveu três mil anos, mantendo, durante todo esse período, uma notável pureza de estilo.
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
As Egípcias
de Christian Jacq
Editora Bertrand Brasil
352 páginas
No Egito do tempo dos faraós, a mulher era considerada igual ao homem em todos os domínios – do espiritual ao material. Neste livro o autor nos convida a ir de encontro dessas mulheres, sejam elas as rainhas faraós e as "grandes esposas", ou cidadãs anônimas, amantes, donas-de-casa, mães, trabalhadoras, iniciadas ou sacerdotisas. A civilização faraônica concedeu à mulher um status excepcional se a compararmos com outras culturas do mundo antigo, status esse que as sociedades modernas relutam em conceder atualmente. Reviver essas mulheres egípcias é partilhar com elas um ideal de felicidade.
No Egito do tempo dos faraós, a mulher era considerada igual ao homem em todos os domínios – do espiritual ao material. Neste livro o autor nos convida a ir de encontro dessas mulheres, sejam elas as rainhas faraós e as "grandes esposas", ou cidadãs anônimas, amantes, donas-de-casa, mães, trabalhadoras, iniciadas ou sacerdotisas. A civilização faraônica concedeu à mulher um status excepcional se a compararmos com outras culturas do mundo antigo, status esse que as sociedades modernas relutam em conceder atualmente. Reviver essas mulheres egípcias é partilhar com elas um ideal de felicidade.
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sábado, 25 de abril de 2009
O Egito dos Grandes Faraós-História & Lenda
de Christian Jacq
Editora Bertrand Brasil – estudo
Editora Bertrand Brasil – estudo
Com este livro Christian Jacq reúne num só volume as peças de um quebra cabeça, ao relacionar todas as dinastias e seus respectivos faraós, apresentando com maiores detalhes aqueles que mais se destacaram na construção de uma civilização única, e narrar suas histórias e lendas. Presta um serviço inestimável a estudiosos e pesquisadores que trabalham incessantemente na reconstrução desse passado glorioso que ainda reserva tantos segredos e mistérios ocultos.
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terça-feira, 14 de abril de 2009
A Batalha de Tebas
de Nagib Mahfuz
Mais notável escritor egípcio, Nagib Mahfuz, Prêmio Nobel da Literatura em 1988, começou sua carreira literária escrevendo romances históricos, até chegar a compor retratos modernos de seu país. Num Egito sem tradição romanesca – da qual ele foi, na verdade, o fundador – e com um passado tão opulento, seria quase impossível resistir a tentação de tomar como objeto o mundo dos faraós e das pirâmides. A Batalha de Tebas é um romance que pertence a essa fase. Trata de um difícil período do Egito Antigo, o dos quinhentos anos, no final do Médio Império, em que o país esteve sob o domínio dos hicsos. Um povo de origem obscura, conhecido por sua agressividade, que se instalou, ao longo de três dinastias, na capital de Mênfis – cujas ruínas estão, hoje na periferia do Cairo. O romance relata as circunstâncias da morte de Sekenen-Rá, o governador de Tebas, a capital da parte sul do país, hoje conhecida como Luxor. Dez anos depois, enquanto seu filho, Kamus, se esconde em Nabata, o neto Ahmus (Ahmés), disfarçado de mercador, retorna a Tebas para preparar a grande batalha de libertação. Nagib Mahfuz, deixou de escrever romances em 1994 – depois de ser esfaqueado por um fanático islâmico – que sempre defendeu a tolerância e a paz, usa esse heróico epsódio da história antiga para retratar uma clássica guerra de libertação que, afora os recursos bélicos, em pouco difere daquelas que se travam hoje na região.
Editora Record - romance
382 páginas
Mais notável escritor egípcio, Nagib Mahfuz, Prêmio Nobel da Literatura em 1988, começou sua carreira literária escrevendo romances históricos, até chegar a compor retratos modernos de seu país. Num Egito sem tradição romanesca – da qual ele foi, na verdade, o fundador – e com um passado tão opulento, seria quase impossível resistir a tentação de tomar como objeto o mundo dos faraós e das pirâmides. A Batalha de Tebas é um romance que pertence a essa fase. Trata de um difícil período do Egito Antigo, o dos quinhentos anos, no final do Médio Império, em que o país esteve sob o domínio dos hicsos. Um povo de origem obscura, conhecido por sua agressividade, que se instalou, ao longo de três dinastias, na capital de Mênfis – cujas ruínas estão, hoje na periferia do Cairo. O romance relata as circunstâncias da morte de Sekenen-Rá, o governador de Tebas, a capital da parte sul do país, hoje conhecida como Luxor. Dez anos depois, enquanto seu filho, Kamus, se esconde em Nabata, o neto Ahmus (Ahmés), disfarçado de mercador, retorna a Tebas para preparar a grande batalha de libertação. Nagib Mahfuz, deixou de escrever romances em 1994 – depois de ser esfaqueado por um fanático islâmico – que sempre defendeu a tolerância e a paz, usa esse heróico epsódio da história antiga para retratar uma clássica guerra de libertação que, afora os recursos bélicos, em pouco difere daquelas que se travam hoje na região.
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sábado, 28 de março de 2009
Egito um olhar amoroso
Robert Solé, nascido no Egito, mas há muitos anos vivendo na França, conhece bem o interesse e o fascínio que aquele país, há muito exerce no Ocidente e nos mostra um Egito desde os tempos faraônicos até o contemporâneo na forma de pequenas crônicas dispostas como se fosse um dicionário, onde podemos encontrar os famosos sítios arqueológicos: Saqqara e Kanark, e os grandes personagens históricos, como Ramsés e Alexandre. O leitor poderá perambular por caminhos que não os já conhecidos. Terá a companhia de escritores, artistas, sábios e agentes da história que, ao longo do tempo, tentaram compreender esse país, celebrá-lo ou encarná-lo: de Heródoto a Pierre Loti, de Champollion a Naguib Mahfuz, passando por David Roberts, Um Kalsum ou Omar Sharif.de Robert Solé
Editora Ediouro - ensaio
- Cada um traz em si o seu Egito, como uma miragem presente no imaginário coletivo e individual que produz em nossos espíritos sensações que nos envolvem com imagens sempre presentes, desde nossa infância: pirâmides, múmias, faraós e hieróglifos. O Egito é ao mesmo tempo uma história e uma fantasia, e é dessa forma que Robert Solé em seu 'Olhar Amoroso' traz para nós o passado e o presente dessa terra de faraós, reis e sultões.
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quarta-feira, 25 de março de 2009
A Rainha Liberdade



De Christian Jacq – Por intermédio da história verídica e emocionante de Ahotep, a Joana d'Arc egípcia, o livro nos apresenta um Egito fabuloso, prestes a desaparecer, mas que renasce das cinzas, liderado pela coragem e pela paixão dessa jovem mulher. Sem a rainha Ahotep, o vale dos reis não teria existido, o Egito não teria conhecido o período de esplendor do Novo Império... nem seus mais gloriosos faraós, como Ramsés, o Grande.
– Obra em três volumes:
- O Império das Trevas
- A Guerra das Coroas
- A Espada Flamejante
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domingo, 22 de março de 2009
Filae o último Templo pagão
de Christian Jacq
Nos oferece um texto repleto de poesia e da quietude dos séculos, e tem uma característica prodigiosa: devolve-nos, através de uma atmosfera envolvente, a tranquilidade de uma existência simples e profunda, rodeada de água e luz, num contato carnal e espiritual com a natureza, num templo esquecido do mundo, ausente de sentimentos de egoísmo e competição. Como se nos recuperássemos a nossa ilha espiritual (todos a procuramos) assente na sabedoria de valores milenares. E, muito mais do que o confronto de concepções de vida, este mais novo sucesso de Christian Jacq é uma elegia (e uma celebração) do amor, da beleza e da harmonia, assim como da eterna luta dos homens pelo seu desejo de felicidade. Uma visão de como o cristianismo promovia o extermínio de outras crenças por meio de torturas físicas e mentais, destruindo as culturas de outros povos para impor a sua.
Nos oferece um texto repleto de poesia e da quietude dos séculos, e tem uma característica prodigiosa: devolve-nos, através de uma atmosfera envolvente, a tranquilidade de uma existência simples e profunda, rodeada de água e luz, num contato carnal e espiritual com a natureza, num templo esquecido do mundo, ausente de sentimentos de egoísmo e competição. Como se nos recuperássemos a nossa ilha espiritual (todos a procuramos) assente na sabedoria de valores milenares. E, muito mais do que o confronto de concepções de vida, este mais novo sucesso de Christian Jacq é uma elegia (e uma celebração) do amor, da beleza e da harmonia, assim como da eterna luta dos homens pelo seu desejo de felicidade. Uma visão de como o cristianismo promovia o extermínio de outras crenças por meio de torturas físicas e mentais, destruindo as culturas de outros povos para impor a sua.
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Egito
Duas grandes forças: o rio Nilo e o deserto do Saara, configuraram uma das civilizações mais duradoras do mundo. Todos os anos o rio inundava suas margens e depositava uma camada de terra fértil em sua planície aluvial. Os egípcios chamavam a região de Kemet, "terra negra". Esse ciclo fazia prosperar as plantações, abarrotava os celeiros reais e sustentava uma teocracia – encabeçada por um rei de ascendência divina, ou faraó – cujos conceitos básicos se mantiveram inalterados por mais de 3 mil anos. O deserto, por sua vez, atuava como barreira natural, protegendo o Egito das invasões de exércitos e idéias que alteraram profundamente outras sociedades antigas. O clima seco preservou artefatos como o Grande Papiro Harris, revelando detalhes de uma cultura que ainda hoje suscita admiração.






